Reprogramação Neurossensorial Para O Sucesso Com Óleos Essenciais

Reprogramar No Berço Da” Mãe Terra”

O meu fascínio pelos óleos essenciais e ervas medicinais começou desde cedo.

A minha avó paterna, que me acarinhou e acompanhou desde a infância sempre teve uma relação especial com as plantas e a natureza. Ela conhecia as ervas medicinais pelo cheiro, o mais interessante é que apesar de ela não saber ler nem escrever ela conseguia descrever as propriedades medicinais das plantas e recorria muitas vezes a elas para tratar problemas de saúde tais como transtornos digestivos, Tensão alta, entre outros.

Ainda hoje quando bebo chá recordo com ternura esta querida avó que foi como uma mãe para mim. Ela ensinou-me muita coisa relativamente ás plantas, ainda hoje de uma forma muito espontânea quando quero reconhecer uma planta ou erva medicinal das primeiras coisas que faço é cheirar, é como se de alguma forma esse aroma levasse consigo informação relativa à planta.

A vida trouxe-me o tempo e as oportunidades para poder aprofundar os meus conhecimentos relativamente ás plantas e aromas, ainda hoje um dos grandes pilares das minhas terapias é a Aromacologia e Aromaterapia.

Aromacologia ou Aromaterapia?

Aromacologia –Termo agregado pelo Scientific Institute of Aromathology da França e que concebe todo o estudo científico dos efeitos e propriedades dos óleos essenciais, desde sua ação psicológica, aspetos clínicos, gastronómicos, estéticos e energéticos. É o estudo científico dos óleos essenciais.

Aromaterapia- Técnica que nasceu na França nas primeiras décadas do século passado, e envolve a utilização de óleos essenciais com o objetivo de equilibrar a mente, o corpo e o espírito. A palavra “aroma” se remete a cheiro e “terapia” a cura. Se dividiu em dois grandes sistemas: a Aromaterapia inglesa, que se fixou mais no emprego dos óleos essenciais para o bem estar, seja através da massagem, inalações ou tratamentos estéticos, e a Aromaterapia francesa (ou aromatologia) que além destas abordagens abrange o emprego clínico dos óleos essenciais e seu uso como fitoterápico.

Citação do Jornal o Tempo no artigo: Ciência debate aromatologia

“Até há pouco tempo, acreditava-se que o ser humano tivesse recetores olfativos somente no nariz. Contudo, o médico Hanns Hatt e seus colegas da Universidade de Ruhr, em Bochum, na Alemanha, vêm realizando pesquisas desde 2003 e descobriram que esses recetores existem nos espermatozóides (podendo ter papel importante na busca pelo óvulo e sua fertilização), em células da pele, rins, pulmões, coração e sistema nervoso (cérebro).

Esta informação relativamente aos aromas é absolutamente extraordinária, os aromas podem ser captados por recetores olfativos no nosso ADN e dessa forma é possível alterar determinados genes que condicionam comportamentos e diversos distúrbios emocionais.

Os óleos essenciais  são poderosos arquétipos que podem induzir determinados estados de espírito visto que eles estimulam uma resposta química no nosso cérebro produzindo neurotransmissores que facilitam novas conexões neurais.  Dessa forma é possível limpar bloqueios e condicionalismos mentais e reprogramar a nossa mente e ADN para o sucesso.

 

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